A Magia do Harry Potter

quarta-feira, maio 28, 2014

Ok, sou um bocado preconceituosa! Best sellers não são muito a minha praia! 
O facto dos livros se venderem às carradas tira-me a vontade de os ler. É raro optar pela compra de um livro que se vende a rodos, prefiro quase sempre quaisquer outros. Oh pá, não sei explicar melhor, é coisa que me tira a vontade, o que é que querem?

Como já disse anteriormente lá no meu blogue, tentei pegar o "bichinho d' Os Cinco" ao J. (ó sua tonta, e Os Cinco são o quê? Não são um monte de um best sellers?), mas parece que o entusiasmo por estes livros se esfumou com a mesma rapidez que surgiu naquele dia. Depois d' Os Cinco, que não chegou a acabar de ler, já leu vários outros livros, mas o que apaixonou o pequeno tem um nome que me faz uma certa comichão - Harry Potter! 

O Harry Potter entrou cá em casa pela minha, e do pai, mãos. 
No Natal, oferecemos-lhe um livro para ver se era este o estilo que mais o entusiasmava (mas na esperança de que não fosse) e, desde aí, o miúdo não larga o raio do feiticeiro. Vai a meio do terceiro volume e já me deu o toque para comprar o quarto.
Para quem não vai à bola com best sellers é um abalo difícil de controlar! Claro que a culpa é minha (e do pai) porque fui eu (nós) que lhe apresentei (támos) o maldito bruxo, mas também não era preciso o miúdo ficar assim tão viciado.
Ou era?

Há muiiiiiitos anos, na altura em que surgiu a epidemia "Harry Potter", eu trabalhava numa livraria e vi de perto como os miúdos invadiam a loja sempre que saía um novo livro. Era a loucura, uma loucura que nunca consegui entender... Primeiro, porque não gosto nem um bocadinho de histórias fantásticas, depois por causa da síndrome best seller que me impediu de, sequer, começar a ler estes campeões de vendas. Assim, fiquei-me pela leitura das contra-capas e, confesso, que não consegui alcançar o porquê das corridas às livrarias. Mas como corridas são boas, e ainda mais às livrarias, e muito mais ainda se por parte de miúdos, acabei por ficar só a desfrutar a coisa e desisti de entender.

Por ironia do destino, hoje, sou eu que corro para a livraria sempre que o meu filho está a um capítulo do fim dos livros. Claro que não é coisa que me rale, correr para livrarias, que eu até sou menina de passar lá umas boas horas assim como algumas pessoas passam em boutiques a experimentar roupa, mas faz-me um bocado impressão o MEU miúdo ser viciado NESTES livros e EU andar a correr atrás deles sem, sequer, saber bem porquê. 

Faz-me sentir assim como que...


... um bocado gozada pelo puto da varinha mágica... 

Mammy  
Ser Mãe é Tramado!

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